Leon Scott

Investigador

Description:

Leon Scott, level 4
Human, Rogue
Rogue Tactics: Cunning Sneak
Rogue: Sharpshooter Talent
Sharpshooter Talent: Sharpshooter Talent (Crossbow)
Background: Refugee (Eberron Player’s Guide) (+2 to Streetwise)

FINAL ABILITY SCORES
Str 10, Con 10, Dex 19, Int 10, Wis 13, Cha 16.

STARTING ABILITY SCORES
Str 10, Con 10, Dex 16, Int 10, Wis 12, Cha 16.

AC: 18 Fort: 13 Reflex: 19 Will: 16
HP: 37 Surges: 6 Surge Value: 9

TRAINED SKILLS
Insight +8, Stealth +11, Thievery +11, Streetwise +12, Perception +11, Acrobatics +11, Athletics +7

UNTRAINED SKILLS
Arcana +2, Bluff +5, Diplomacy +5, Dungeoneering +3, Endurance +2, Heal +3, History +2, Intimidate +5, Nature +3, Religion +2

FEATS
Human: Backstabber
Level 1: Black Arrow Style
Level 2: Distant Advantage
Level 4: Skill Focus (Perception)

POWERS
Bonus At-Will Power: Sly Flourish
Rogue at-will 1: Deft Strike
Rogue at-will 1: Acrobatic Strike
Rogue encounter 1: Unbalancing Shot
Rogue daily 1: Trick Strike
Rogue utility 2: Fleeting Ghost
Rogue encounter 3: Fleeting Spirit Strike

ITEMS
Adventurer’s Kit, Leather Armor, Dagger (2), Hand Crossbow, Crossbow Bolts (40), Thieves’ Tools, Climber’s Kit

Bio:

• Nascido em Cyre

• Filho de uma família classe média

• Sua mãe, Pris, era da inteligência de Cyre, Champions of the Bell. Seu pai, Rick, era ourives e trabalhava em uma pequena loja em Metrol.

• Uma infância e uma adolescência tranquila, cresceu ajudando o pai na loja e aprendendo um pouco da função que requeria destreza manual excepcional.

• Ao final da adolescência foi pra academia, onde estudou com o intuito de seguir os passos da mãe na inteligência de Cyre.

• Formado com méritos, passa a realizar pequenas missões junto a inteligência de Cyre. Trabalhos envolvendo espionagem, contra espionagem, busca de informações e entregas seguras de documentos.

• Foram 4 anos trabalhando com a inteligência, até O Lamento.

• Leon cumpria uma missão de entrega em Sharn durante o ocorrido, sua mãe e seu pai estavam em Metrol e morreram junto com Cyre.

• Pouco antes de Mourn, Pris tinha descoberto a traição de Shaldra Antarielle e se preparava para uma missão de busca da criminosa de guerra. Seria a primeira missão importante em que Leon atuaria – e a primeira ao lado da mãe. Por mais que ele tivesse uma função menor, ainda era uma honra trabalhar para os campeões.

• Desolado pela perda de tudo o que tinha, vai para Nova Cyre junto com outros sobreviventes.

• O Lamento não sai da cabeça de Leon, o que também motiva o jovem a seguir em frente. O que foi aquilo? Certamente era uma arma de destruição em massa. Shaldra devia saber alguma coisa sobre isso e tem que pagar por seus crimes de guerra.

• Usando sua rede de contatos, Leon conhece Gaff. Um Meio-Elfo Medani que o oferece trabalhos dentro da casa como um caçador de crimonos de guerra. Vendo isso como uma forma de investigar sobre o ocorrido em Cyre e de capturar Shaldra, o refugiado aceita os trabalhos e viaja o mundo atrás dos nomes enviados pelos Medani.

• Sem laço familiar nenhum, a única pessoa próxima de Leon é Deckard. Um anão que era o dono da loja em que seu pai trabalhava em Cyre. Durante O Lamento, o anão estava visitando minas em Mror Holds – onde negociava boas gemas com os clãs anões. Deckard abriu recentemente uma joalheria em Thaliost e tenta seguir a vida.

• Esperando um novo nome vindo de Gaff, Leon está indo para Thaliost encontrar o amigo que não vê há quase um ano.

TIME SKIPE 1

Ir para Thaliost foi um erro. A ideia era visitar um velho amigo e ter um pouco de paz – nada mais longe da verdade. Naquele inferno eu vi Cyrianos corroborando com a visão que o mundo tem do meu povo. Poucos eram dignos, muitos eram ladrões pela necessidade de sobreviver, mas até os que gozavam de posição privilegiada não mereciam confiança. A influência de Thrane acabava com as possibilidades de Lars fazer mudanças realmente positivas e a intriga da guerra ainda permeia qualquer atividade por lá.

Me envolvi mais do que deveria e agora estou aqui. Aleijado, desfigurado, sem trabalho e viajando para um destino que não me parece adequado. Me sinto inútil desde o episódio contra os homens do traficante de pessoas. Sem um pé, sem parte da mão e com muitas cicatrizes. Tudo por tentar resolver problemas que não eram meus. Os outros não confiavam em Beorth, mas a história que ele contou parecia fazer muito sentido. Os Tarkanan podem ajudar essas crianças. Mais do que isso: eles podem ser a chave pra entender mais essas marcas malditas. Certamente elas tem alguma ligação – mesmo que distante – com o que aconteceu no Lamento. E eles estão em Sharn! Eu posso conseguir próteses decentes na casa Cannith de lá. Voltar a ser minimamente útil, saber mais sobre essas marcas e ainda usar minha rede de contatos para nos proteger. Mas não, esses idiotas querem ir pro meio do nada pedir ajuda pra um cara que se defende usando árvores e bichos. Tudo bem. Na primeira oportunidade eu pego um trem e vou pra cidade das torres.

Tivemos que esconder nossa identidade, então usei o nome de meu pai, Rick. Enquanto todos estavam mais relaxados e tentando aliviar o clima da viagem eu permaneço isolado. Falo o necessário, mas como minha mobilidade é pequena e meus ferimentos ainda doem muito, fico a maior parte do tempo dentro das carruagens. Depois de alguns dias passamos por uma pequena cidade onde eu consegui comprar uma bota e adaptar uns enchimentos e tiras de couro para prender na perna. Ainda é horrível andar, mas pelo menos eu consegui dispensar as muletas. Depois disso me senti mais a vontade para interagir e conhecer mais os meus colegas de jornada. Saphis está bem e nem parece mais aquele pedaço de inferno que estava numa cama em Thaliost. O garoto me segue e parece não se incomodar com minhas cicatrizes. Posso ficar sem capaz ao lado do menino sem me sentir mal – é o unico, de toda a caravana. O garoto encheu tanto o meu saco quando me viu limpando a besta que eu acabei ensinando ele a atirar. Está sendo divertido, admito.

Nora tem um excesso de preocupação com o garoto que me irrita. Ela tem seus motivos, mas olhe pra mim. Tudo isso que me aconteceu por tentar ajudar essas crianças e ela ainda tem a capacidade de achar que eu posso fazer algum mal? Bom, talvez ela esteja certa. Eu também não gostaria de crianças andando com aleijados desfigurados que atiram com bestas escondidas e atacam pelas sombras. Em contrapartida Eliza quer me ajudar em tudo. Quer trocar curativos, quer me fazer companhia e parece disposta a participar de qualquer merda que a gente invente. Deve ser por pena de mim ou por medo dos outros. Ainda não entendi.

Bom, pelo menos as histórias que andam contando não nos desabonam. Tudo bem que ser o “perneta” ou o “pirata” não é lá muito bom, mas no fim somos heróis que fizeram grandes feitos. Talvez nem tudo tenha sido tão ruim assim. Talvez eu possa ajudar ainda. Porém, preciso me recuperar e me munir de informações úteis. Em Zilargo isso não vai acontecer, eu preciso ir pra Sharn o quanto antes.

Leon Scott

Aventuras em Eberron TiToTiTo